terça-feira, 27 de outubro de 2009

Curiosidade

O homem que ficou AZUL


A cor da pele do americano, Paul  Karason, começou a mudar de tonalidade aos poucos. A coloração alterou a partir de seus 14 anos e ninguém conseguia explicar o porquê de tal fenômeno e nem mesmo como parar esta mutação.


Com o passar dos anos, Paul ficou mesmo azul!
Tudo começou quando ele iniciou um tratamento dermatológico fazendo uso de um medicamento à base de prata coloidal, produto extraído do metal. E mesmo depois das consequências, o americano afirmou em uma entrevista para a emissora de televisão NBC, que ainda faz uso do remédio, porém em menor quantidade.





A revista Superinteressante o compara com "Papai Smurf", só faltou o gorro vermelho!







A entrevista pode ser acompanhada pelo vídeo: Acesse aqui

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Salve, Salve Bruno!

No final da tarde de ontem, o time do Flamengo entrou em campo para mais uma disputa pelo Campeonato Brasileiro. Desta vez, enfrentou a equipe do Botafogo e venceu com o único gol da partida.

Quando tudo parecia caminhar para um empate, ocasião em que o juíz marcou um pênalti favorecendo a equipe adversária, o goleiro Rubro-Negro, Bruno, teve seu melhor desempenho na partida ao defender o chute do meia botafoguense, Lúcio Flávio.


A equipe tem se mostrado empenhada em entrar para o G4, que dará condições para disputar a Libertadores. Com apenas três pontos atrás do líder Palmeiras, o Flamengo faz uma boa campanha, uma vez que, nos últimos dez jogos, obteve sete vitórias e três empates.


Segundo a Folha OnLine, para o técnico Andrade, a força do grupo rubro-negro está no grupo, apesar de Petkovic e Adriano, um dos artilheiros do torneio, agora com 16 gols, se destacarem.


"O forte é o grupo. Quem entra dá conta do recado. Temos o Adriano, o Pet, mas o forte deste time é o todo. É isso que faz a diferença", disse Andrade.
Para o jogo desta quarta-feira, 28, contra a equipe do Barueri, o Flamengo pode alcançar a liderança.


Muricy e sua equipe que segurem a "ponta" da tabela.


Que venha a 32ª rodada!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

FIA tem novo presidente

Lucas Dolega/EFEO ex-chefe da equipe Ferrari de Fórmula 1, Jean Todt, foi eleito o novo presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). O francês substituirá o inglês Max Mosley. A eleição foi realizada em Paris, na França.  

Jean Todt derrotou o ex-piloto de rali, Ari Vatanen, ao receber 135 votos contra 49 do concorrente.

De acordo com o site UOL, Todt foi chefe da equipe Ferrari entre 1993 e 2007 e teve seu melhor momento no período em que o alemão Michael Schumacher conquistou cinco títulos mundiais de pilotos. Ele também trabalhou no Conselho Mundial de Automobilismo da FIA.

A comissão que acompanhará Todt será formada por três vice-presidentes e cinco diretores. O eleito prometeu ao longo de sua campanha, uma reforma na FIA que prometeu criar um sistema transparente de gestão e reduzir os gastos das competições.

Segundo a Uol, Todt também se comprometeu a nomear um comissário para dirigir cada uma das competições para evitar que a FIA fique sobrecarregada, além de um comitê disciplinar para investigar os possíveis escândalos.

Se tudo acontecer como o eleito prometeu, as competições podem ser mais éticas e com menos escândalos. Que venha a temporada 2010!

A decisão agora é outra

Após ter desistido, ontem, do cargo principal da Etablissement Public d'Aménagement de La Défense (EPAD), órgão que administra o distrito financeiro La Défense, Jean Sarkosy, poderá ser eleito membro do conselho, nesta sexta-feira, 23.

Os críticos repudiam tal decisão ao declararem que esta situação é claramente uma oportunidade encontrada pelo pai, Nicolas Sarkosy, presidente da França. "Soa como uma confissão, a de um presidente que compreendeu que foi um pouco longe demais no exercício pessoal de seu poder", publicou o jornal de esquerda "Libération".

Os apoiadores defendem a maturidade de Jean. "Nasce uma estrela", publicou o "Le Télégramme" em sua capa.

O favorecimento a Jean, é claro. Talvez se ele não fosse o filho do presidente, não teria sido cotado aos cargos. As decisões tomadas em nome dele, são evidentemente as decisões tomadas por Nicolas. O que o presidente francês quer, é prepará-lo para a carreira política e possivelmente torná-lo o futuro governante do país.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Decisão correta ou decisão pensada?

Jean Sarkosy, filho de Nicolas Sarkosy, presidente da França, desistiu de concorrer à direção do principal órgão que administra o bairro empresarial  La Defense. A decisão foi tomada depois de supostos boatos, como, favorecimento e desqualificação para o cargo.

A nomeação foi vista como nepotismo pela oposição. E mesmo o cargo não sendo remunerado, daria a Jean poder sobre a urbanização do distrito financeiro da Europa, que já possui 2.500 sedes empresariais.

Nicolas, que gastou parte de seu capital político em defesa da candidatura de Jean, "não esperava a reação hostil às ambições precoces de seu filho".

É fato que a oposição seria contra esta nomeação, a hostilidade apresentada por eles foi natural se tratando de uma situação como esta. Seria mais um cargo à família Sarkosy de grande repercusão e importância política. Desta forma, a atitude de Jean, foi tomada, não porque ele é bonzinho, ou porque pensa em seu país, mas possivelmente, foi bem analisada e induzida por terceiros. O cargo do qual se propôs a concorrer, já foi ocupado por Nicolas entre 2005 e 2006, fato que acarreta ainda mais desconfiança entre os críticos.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A mulher do futuro

Que o futuro está a apenas um passo de nós, isso já sabemos. O minuto seguinte a este, já é um plano desconhecido. Mas quando há um estudo baseado em dados e números, pode revelar, com certa precisão, o que está por vir.

Uma pesquisa realizada pelo biólogo evolucionista da Universidade de Yale, Stephen Stearns, e seus colegas, revelou que as mulheres do futuro serão mais gordinhas, baixinhas e com mais tempo de fertilidade.

O estudou analisou a altura, peso, pressão arterial, colestrol de 2.238 mulheres que já haviam passado da menopausa assim como, observaram alterações sociais e culturais para avaliar questões sobre a força da seleção natural como fator moldador de características fisiológicas.

A análise foi a seguinte:
"Mulheres pequenas e mais gordas tendiam a ter mais crianças, em média, mais altos e mais magros. Mulheres cujos colesterol e pressão eram baixos também tinham mais filhos, e --não surpreendentemente-- tiveram seu primeiro na juventude e entraram na menopausa mais tarde. A surpresa foi que estas características foram passadas para suas filhas que, por sua vez, também tiveram mais crianças.
Caso a tendência persista por dez gerações, calcula Stearns, a mulher média em 2409 será 2 cm mais baixa e 1 kg mais pesada do que ela é atualmente. Ela dará a luz ao seu primeiro filho cinco meses mais cedo e entrará na menopausa dez meses mais tarde, em relação à média atual"

Mesmo que as avaliações de um padrão de beleza estejam cada vez mais estreitos, e se o futuro for realmente o que diz o estudo, muitos homens e muitas mulheres terão que se adaptar a mais este passo da evolução. Como não estarei aqui para presenciar tal fato, espero que as "gordinhas" da época façam sucesso por que hoje a concorrência é, não com as magras mas, com o que a mídia impõe como padrão.

O questionamento de diferenças físicas é facilmente encontrado na internet.
Um internauta responde desta forma:


"Manequim 34, pernas finas, quase anoréxica......não
Manequim 68, obesidade patológica, .......não
O que o homem procura numa mulher?
1. boa companheira....
2. partilha mesmos interesses....
3. boa de papo....
4. que faça você rir....
5. que esteja sempre presente em sua vida....
6. que enxugue suas lágrimas e ouça suas reclamações....
7. que ilumine seu dia....
8. que aconselhe e oriente....
9. que descubra seus pensamentos....
10.que faça amor como você gosta"


Outros respondem assim:
"Antigamente as pinturas de mulheres seminuas gordinhas era o Fashion. Agora os desfiles de moda pedem mulheres magérrimas, mesmo a custa de suas vidas e descendentes, porque elas deixam de ter filhos por serem anêmicas, semimortas, e até morrem aos vinte e cinco anos de idade, com ou sem aneroxia"


Vamos ver o que o futuro realmente reserva às mulheres!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

A carreira por um triz


Hoje foi anuciada a suspensão da triatleta brasileira, Mariana Ohata.
Pela segunda vez, ela foi "pega" em um exame antidoping na sua carreira. Em 2002, a atleta foi interditada por 60 semanas e desta vez, terá que ficar longos anos fora de competições.

Mariana que já conquistou seis títulos brasileiros de triatlo e partipou das Olimpíadas de Sydney, em 2000, Atenas, em 2004 e Pequim, em 2008, caiu na prórpia armadilha. Um erro que custará sua carreira, uma vez que, completará 31 anos no próximo dia 26. Ou seja, suspensa por seis anos, será difícil que consiga retornar no mesmo ritmo e agilidade que tem hoje.

Incrível como estes esportistas estão cansados de saber que determinadas substâncias são proibidas e mesmo assim insistem em usá-las. Talvez, por determinação dos treinadores em fazer uso para melhorar o desempenho, colocam em risco a estabilidade no esporte.

Participar de competições, ser campeão, armazenar grande número de medalhas e se preocupar com o corpo de nada adianta se o atleta não utilizar da inteligência em algumas atitutes, afinal, para um bom esportista, não basta apenas ser sarado e estar em boa forma, é preciso ser ético.

Foto: R7.com

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Uma olimpíada que ficará na história

Grande foi a expectativa da maioria dos brasileiros com a decisão que indicaria o país sede para as olimpíadas de 2016. Por todos os cantos do Brasil e principalmente na cidade de Copenhague, onde a comitiva brasileira aguardou o resultado, a apreensão parecia dominar a razão e explodir a emoção.


Pensando pelo lado do esporte e pela valorização do país, a decisão foi inquestionavelmente positiva. Pensando pelo lado, econômico e político foi engrandecedor. Pensando pelo lado social, nem tanto. A cidade do Rio, é inexorável no tange à violência, e este é o principal ponto de partida que os nossos governantes terão de avaliar até 2016.


Receber pessoas do mundo inteiro, de países considerados de primeiro mundo, astros e estrelas do esporte, não será uma tarefa fácil. Manter a segurança será o grande obstáculo para a realização deste evento. Porém, até lá, muitas coisas podem acontecer. E nós, brasileiros, só esperamos que tudo seja aplicado conforme as reais necessidades.
Uma grande conquista já alcaçamos, precisamos agora, que os "donos" do poder tenham consciência na viabilização deste marco do esporte brasileiro.

domingo, 27 de setembro de 2009

O futuro das produções literárias

Muito tem se falado da influência tecnológica em nosso cotidiano. Dentro do jornalismo, então, há o temor da internet extinguir os veículos impressos devido à velocidade e a utilização dos recursos de multimídia utilizados neste meio. Com o advento destas novas tecnologias, tornou-se questionável também o futuro dos livros, uma vez que, gradativamente estão sendo substituídos pelos E-books e seus similares. No Japão, por exemplo, é normal encontrar pessoas lendo produções em seus celulares, situação que provavelmente será comum daqui uns anos.

No passado as publicações literárias eram caracterizadas em peles de cabras e demandava tempo até ficarem prontas para a leitura. Com a invenção da prensa por, Gutenberg em 1450, a difusão destas obras tornou-se mais ágil possibilitando que um título fosse facilmente reproduzido. Desta forma, nota-se que desde os primórdios da produção e transmissão de informações, há uma evolução que garante a transformação deste processo.

Os livros agregam três fatores que garantem ainda, sua sobrevivência no mercado: portabilidade, baixo custo e capacidade de ampla e rápida difusão. Porém, estes diferenciais já se enquadram no meio informatizado, uma vez que, o espaço digital agrega estas características, mais atualizadas e dinâmicas. Um exemplo desta amplitude está presente no projeto criado, em 2006, pela empresa Google de digitalizar livros da biblioteca pública de Nova York e de outros acervos importantes do mundo. Só em 2007, foram digitalizados, segundo a The Economist, cerca de 65 milhões de produções literárias.

Em relação aos e-books, principais concorrentes dos livros, armazenam vários títulos literários em apenas um local, e além disso, já possuem versões que disponibilizam o papel eletrônico, ou seja, é um aparelho em formato de livro do qual têm-se a possibilidade de “passar as páginas”. A principal desvantagem dos e-books em relação aos livros, e que atinge diretamente o autor da obra, é quanto a autoria, pois, pode haver, assim como na música, falsificação e o não pagamento destes direitos.

O mercado está em constante transformação devido às novas mídias. Especificamente para os livros, o futuro será encontrá-los em acervos digitais. Não acredito em seu fim, mesmo porque existem pessoas que não o trocam por uma tela digital, mas imagino que grande parte da população trocará suas prateleiras de inúmeros títulos, por um que, armazene todos e que, ainda possibilite ser lido em qualquer ambiente.

Assim como nossas avós não trocam as cartas escritas à mão pelo e-mail, há quem não trocará um livro por um e-book, mas, a próxima geração já estará inserida nesta realidade e não terão o que “trocar”, olharão para os livros impressos como olhamos hoje para a internet discada. Infelizmente ou felizmente é a realidade, evoluímos a cada momento e somos, de certa forma, obrigados a acompanhar estas mudanças.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Eleições "quase" reformadas

Em trâmite pelo Senado, a reforma em campanhas eleitorais, tem deixado as opiniões divididas. José Sarney, presidente da casa, alega que controlar as restrições impostas para a internet vai ser difícil. Já o senador Renato Casagrande (PSB-ES), defende a reforma eleitoral para que o Supremo Tribunal Federal não legisle no lugar do Congresso.

Algumas das mudanças são: na metodologia utilizada por institutos de pesquisas quanto à sondagem pré-eleitoral. Ou seja, deverão seguir alguns critérios definidos pelo IBGE (Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística). Quanto à internet, os senadores mantiveram a permissão de campanhas aos candidatos à Presidência da República (tamanho máximo de um oitavo de página)

E hoje os senadores analisarão como deverá ser a atuação dos sites jornalísticos quanto à publicidade em seus portais. De acordo com a ementa, é proíbido "fazer propaganda eleitoral de candidato, partido político ou coligação".

Pensando nisso tudo eu me pergunto: Qual a liberdade que queremos?
Vamos querer buscar alguma informação na internet e ao mesmo tempo sermos massacrados pelas propagandas políticas? Ou queremos buscar uma forma de conhecer nosso candidato por livre e espontânea vontade?

Tenho escutado reclamações em relação a estas decisões, tanto de pessoas que trabalham na mídia quanto dos eleitores. Mas por ser um meio de fácil acesso, a publicidade política na internet precisa de limites. Claro que estas regras devem ser impostas para assegurar uma eleição mais "limpa", pois, de outra maneira, os candidatos a utilizariam de forma exagerada. Teoricamente é neste ponto que o Jornalismo entra com sua imparcialidade.

Em alguns aspectos, esta situação trafega contra a liberdade de expressão, tão argumentada pelo presidente e ministro do STF, Gilmar Mendes. Porém, é dessa maneira que ele precisa enxergar que, até para liberdade de expressão há regras. E que nem todo mundo pode fazer o que quer, ou se expressar da forma que bem entender. Afinal, vivemos em sociedade e esta, para se desenvolver corretamente, deve ter um pouco de organização.

Antes da liberdade de expressão, existe, e deve existir, Ética, para tudo e principalmente para a política!