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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Novo Projeto Gráfico Folha de S. Paulo - Minha mais pura opinião!

Há pouco mais de dois meses, o jornal Estadão se reestruturou, tanto na versão imprensa quanto na On Line. Mudanças são sempre desconfortáveis, a fase de adaptação ou re-adaptação é longa, acostumar a novos formatos é um tanto quanto massante. E a tradicional Folha de S. Paulo, no último domingo, 23, apresentou um novo designer, também em suas duas versões.



Confesso que não me preocupei em acompanhar a longa jornada de adaptação do Estadão, por isso, neste post não prometo comparações. Porém, na mudança, digo, estranha mudança da Folha fico atordoada ao ler as fontes maiores, sem contar que as cores das editorias estão  bizarras, as cores dos títulos dos cadernos se contrapõe e ficam embaralhando dando a impressão de estarem dançando. Não gostei mesmo!

Não serei tão cruel e farei dois elogios, gostei da mudança de nome do caderno Dinheiro para Mercado, bem mais apropriado e do caderno de Esporte vir em formato Tablóide, bom também... Quanto ao conteúdo informativo propriamente dito, notícias, articulistas, infográficos e etc com o tempo eu vou notando a diferença, criando opinião e compartilhando com vocês.

Quando acessei o site da Folha foi um imapacto! Cadê o 'velho' formato de sempre?! Está estranho, muito estranho...
Vou tentar me re-adaptar, é o que me resta...
Mas de uma coisa tenham certeza, já enviei minha opinião à jornalista Suzana Singer, Ombusdman da Folha...

terça-feira, 23 de março de 2010

Twitter alerta: MSN com problemas

Desde a noite de ontem (22), usuários do microblog, Twitter, reclamam de problemas no programa de mensagens instantâneas, MSN (Microsoft Service Network).


De acordo com a Folha OnLine, a queixa mais comum dos usuários é que os contatos aparecem off-line, quando na verdade estariam on-line. Consultada, a Microsoft Brasil afirmou que não tinha explicações a respeito do problema, mas que iria verificar.

A pane não é geral, e para alguns usuários o funcionamento já se normalizou. Mas continua sendo o tema mais recorrente quando se busca por "MSN" na rede de microblog Twitter.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Afronta ou regulamentação da mídia?

No dia 18 de março, a Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) e a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner), participaram de uma reunião com a Fecomercio para discutirem uma forma de contradizer a terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH -3) que propõe o controle social da mídia.


A defesa apresentada pelas entidades, defende que normas para os veúclos de comunicação vai contra a liberdade de expressão. Segundo declaração da presidente da ANJ, Maria Judith Brito, durante os oito anos do atual governo, tentou-se limitar as atividades da imprensa. ”Talvez a mídia tenha sido a instância mais agredida ou mais sistematicamente agredida durante os dois governos do presidente Lula”.

Se teoricamente a liberdade de expressão é expressar livremente opinião, ideias e pensamentos, uma regulamentação vai contra o Art. 5º da Constituição que diz em seu IX fundamento: "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença".

Se a mídia for "calada" a população ficará "cega"!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

"É o amor" que cega, temporariamente, uma infância!

Ao som de Elis Regina, “Como Nossos Pais”, e tendo em vista seu alto nível no que se refere a estilo musical, refleti sobre e como a indústria nos influencia ao reproduzirem, em grande e larga escala, novos "ídolos". Todos os dias surgem nomes, vozes e melodias, mas, ao mesmo tempo, muitos deles, caem no esquecimento. Rápido assim!

Enquanto a voz suave da “pimentinha” de Vinícius de Moraes, aguçava meus ouvidos com as frases “Quero lhe contar como eu vivi. E tudo o que aconteceu comigo”, percebi que, quando alcancei a idade de decidir minhas preferências musicais, muito tempo se perdeu até encontrar, verdadeiramente, um sentido para as canções que realmente faziam algum sentido .
"Por isso cuidado meu bem. Há perigo na esquina"...

É o que eu avalio quando, em 1991, a dupla Zezé di Camargo e Luciano, lançou a música "É o amor". Defino estes sucessos repentinos de audiência com o termo perjorativo, perigoso.
Ao lembrar desta canção, chego a sentir calafrio, diferentemente do que sentia quando a escutei por várias vezes naquela época. Lembro de fitas K7 colocadas na posição correta em um antigo aparelho de som na tentativa de dar o "REC" no momento em que a rádio tocaria, pela milésima vez no dia, a tal música.

Quando o mercado lança estas novidades e ditam novos estilos musicais, é nada mais, nada menos que, um produto do qual as pessoas têm, eu disse têm, que consumir, afinal, é para isso que servem. E se, de fato, não houver o consumo rápido, instantâneo e eufórico simplesmente se perdem em meio ao fracasso.

Em ápices mercadológicos, como o ocorrido com a produção musical dessa dupla sertaneja, a mídia pensa por nós, gosta por nós e reproduz incansavelmente por nós e nós? Quando deveríamos selecionar o que gostamos e o que não gostamos, simplesmente nos deixamos levar pelo modismo.

E desta forma surgem novos nomes, novas canções e milhares de fãs que nem sabem, sequer, a verdadeira essência de uma boa melodia. E a maior decepção talvez seja que, vozes como a de Elis Regina interpretando um MPB de caráter urbano e o "fino da bossa nova" soem, gostoso e vibrante, em poucos ouvidos.

"Minha dor é perceber, que apesar de termos feito tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos, e vivemos..."

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A decisão agora é outra

Após ter desistido, ontem, do cargo principal da Etablissement Public d'Aménagement de La Défense (EPAD), órgão que administra o distrito financeiro La Défense, Jean Sarkosy, poderá ser eleito membro do conselho, nesta sexta-feira, 23.

Os críticos repudiam tal decisão ao declararem que esta situação é claramente uma oportunidade encontrada pelo pai, Nicolas Sarkosy, presidente da França. "Soa como uma confissão, a de um presidente que compreendeu que foi um pouco longe demais no exercício pessoal de seu poder", publicou o jornal de esquerda "Libération".

Os apoiadores defendem a maturidade de Jean. "Nasce uma estrela", publicou o "Le Télégramme" em sua capa.

O favorecimento a Jean, é claro. Talvez se ele não fosse o filho do presidente, não teria sido cotado aos cargos. As decisões tomadas em nome dele, são evidentemente as decisões tomadas por Nicolas. O que o presidente francês quer, é prepará-lo para a carreira política e possivelmente torná-lo o futuro governante do país.

domingo, 27 de setembro de 2009

O futuro das produções literárias

Muito tem se falado da influência tecnológica em nosso cotidiano. Dentro do jornalismo, então, há o temor da internet extinguir os veículos impressos devido à velocidade e a utilização dos recursos de multimídia utilizados neste meio. Com o advento destas novas tecnologias, tornou-se questionável também o futuro dos livros, uma vez que, gradativamente estão sendo substituídos pelos E-books e seus similares. No Japão, por exemplo, é normal encontrar pessoas lendo produções em seus celulares, situação que provavelmente será comum daqui uns anos.

No passado as publicações literárias eram caracterizadas em peles de cabras e demandava tempo até ficarem prontas para a leitura. Com a invenção da prensa por, Gutenberg em 1450, a difusão destas obras tornou-se mais ágil possibilitando que um título fosse facilmente reproduzido. Desta forma, nota-se que desde os primórdios da produção e transmissão de informações, há uma evolução que garante a transformação deste processo.

Os livros agregam três fatores que garantem ainda, sua sobrevivência no mercado: portabilidade, baixo custo e capacidade de ampla e rápida difusão. Porém, estes diferenciais já se enquadram no meio informatizado, uma vez que, o espaço digital agrega estas características, mais atualizadas e dinâmicas. Um exemplo desta amplitude está presente no projeto criado, em 2006, pela empresa Google de digitalizar livros da biblioteca pública de Nova York e de outros acervos importantes do mundo. Só em 2007, foram digitalizados, segundo a The Economist, cerca de 65 milhões de produções literárias.

Em relação aos e-books, principais concorrentes dos livros, armazenam vários títulos literários em apenas um local, e além disso, já possuem versões que disponibilizam o papel eletrônico, ou seja, é um aparelho em formato de livro do qual têm-se a possibilidade de “passar as páginas”. A principal desvantagem dos e-books em relação aos livros, e que atinge diretamente o autor da obra, é quanto a autoria, pois, pode haver, assim como na música, falsificação e o não pagamento destes direitos.

O mercado está em constante transformação devido às novas mídias. Especificamente para os livros, o futuro será encontrá-los em acervos digitais. Não acredito em seu fim, mesmo porque existem pessoas que não o trocam por uma tela digital, mas imagino que grande parte da população trocará suas prateleiras de inúmeros títulos, por um que, armazene todos e que, ainda possibilite ser lido em qualquer ambiente.

Assim como nossas avós não trocam as cartas escritas à mão pelo e-mail, há quem não trocará um livro por um e-book, mas, a próxima geração já estará inserida nesta realidade e não terão o que “trocar”, olharão para os livros impressos como olhamos hoje para a internet discada. Infelizmente ou felizmente é a realidade, evoluímos a cada momento e somos, de certa forma, obrigados a acompanhar estas mudanças.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Pré-Sal e seu caráter de urgência

O assunto do momento em Brasília é o Pré-Sal. Uns querem que o marco regulatório seja resolvido com urgência, outros preferem mais tempo para decidirem sobre a questão.
A discussão tem ganhado proporções significativas e enquanto as autoridades não conseguem chegar a um acordo, as empresas deste setor temem as dificuldades desta exploração, no que diz respeito a atingir a camada do Pré-Sal.
Para entender um pouco mais sobre este "problema", primeiro devemos pensar que para chegar no nível de decisões em que estamos, levou algum tempo, cerca de 12 meses. Para que estas decisões sejam realmente concretas e corretas, o prazo estabelecido de 45 dias é inviável.

"O pré-sal é uma área de cerca de 800 quilômetros de extensão, que vai do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina. O petróleo está localizado abaixo da camada de sal, a mais de 7 mil metros de profundidade", segundo informações da Folha On Line.Ou seja, esta não é uma extração tão simples assim. Demanda um pouco mais de tempo e pesquisas.

Daí me deparo com uma notícia do Estadão que diz assim:

"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (em visita a cidade de São Bernardo do Campo - SP) confirmou, para a próxima segunda-feira, o lançamento do marco regulatório para a exploração do petróleo da área do pré-sal e afirmou que 71% do que for extraído irá para a União.
Segundo o presidente, os recursos do pré-sal serão destinados a um fundo que irá combater três problemas "crônicos" do País: investimentos em Educação, Ciência e Tecnologia e combate à pobreza"

Alguém acreditou nisso?
Estamos tão cansados de promessas deste tipo que já não trazem credibilidade nenhuma. Vejo isso como mais uma forma dos ricos ficarem mais ricos e dos pobres mais pobres.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Um espetáculo global

O sumiço misterioso do cantor Belchior deu ibope para a Globo. Porém, até que ponto este "drama" foi combinado para que ambos (cantor e emissora) tirassem proveito de alguma forma?

Primeiro o programa Fantástico, há uma semana, fez um suspense para anunciar quem era o famoso cantor desaparecido! Convenhamos que se fosse algo sério, que envolvesse risco não duraria um programa inteiro para a revelação.

Em poucos dias, Belchior surge do nada, no Uruguai, em uma pousada com sua atual esposa. Para quem está devendo mais de 18 mil só de estacionamento ele estava muito tranquilo.

E agora, vejo a notícia de que o desaparecido já deixou o Uraguai. Deve vir para o Brasil e com certeza seu primeiro show pós sumiço vai ser o espetáculo perfeito para delírio das mídias.

É por estas e outras que caracterizamos os atuais meios de comunicação como "A Sociedade do Espetáculo". Que abram as cortinas e comece o show!

domingo, 23 de agosto de 2009

Ah essa tal liberdade!


Quando me deparei com a notícia de que o caso "Edir Macedo" está em sigilo para que a imprensa não tenha acesso as informações, eu pensei sobre a decisão que o STF tomou em relação ao diploma de jornalista.

Um dos motivos não foi justamente fazer com que a liberdade de expressão não ficasse "reestringida" a poucos?

Estranho... Confidenciar tais tipos de informações e evitar que a sociedade também tenha acesso, contradiz os conceitos de Liberdade!

Então quer dizer que os fiés que frequentam a Igreja de Edir Macedo e que se sacrificam para pagar o tal dízimo, não podem, ao menos, terem acesso ao rumo de suas "doações" e ao que o "bispo" deles faz com o dinheiro?

Estranho mesmo seria se esses episódios fossem transmitidos em todas as esferas para a sociedade. Aí sim podíamos desconfiar!

Como o tal "bispo" nunca viu a cor do meu dinheiro, pelo menos não diretamente em suas "entidades", fico tranquila em saber que não contribuo para aumentar os zeros de sua conta bancária!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

SBT comemora 28 anos com novas vinhetas

Para comemorar o seu 28º aniversário, o Sistema Brasileiro de Televisão - SBT, inovou nas vinhetas apresentadas ao longo da programação diária.

Com características musicais, as vinhetas têm um tom humorísticos e traz as faces que compõem o elenco da emissora.

Em uma delas, o jornalista Carlos Nascimento e a atriz Cintia Benini aparecem dançando e trocando passos. Muito criativo por parte dos profissionais que desenvolveram o trabalho.


Perante todas as mudanças que a comunicação tem sofrido, é preciso inovar em todos os meios de comunicação. O SBT buscou de forma criativa chamar a atenção do público e de certa forma criar um proximidade com os artistas.
De uma maneira ou outra, conseguimos perceber que as emissoras têm entrado em uma nova fase. Praticamente todas estão em processo de mudanças nas grades, nos elencos e nas tecnologias adotadas, porém, vamos ver como estas inovações vão repercurtir em seus ibopes.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Uma viagem no tempo da tecnologia

Acostumados com as inovações tecnológicas, extremamente avançadas, capazes de interligar pessoas do mundo inteiro, resolvi compartilhar com vocês algumas imagens de como esses equipamentos foram no passado. Muito legal ver a diferença na evolução dessas ferramentas.



Observem formato do computador desta possível secretária.





Crianças em uma aula de informáti
ca.



Observem como eram as impressões.




Um joguinho não parece tão divertido quanto os de hoje!





Um notebook um tanto quanto antigo...rs




Mais imagens no site: www.funtasticus.com

terça-feira, 12 de maio de 2009

O espetáculo da mídia

Começo este texto com algumas perguntas: Será mesmo que a sociedade quer ver estampado nos jornais, tv, rádio, uma notícia transformada em show? Até que ponto um "escândalo" vai mudar a sua vida? Como que as empresas midiáticas transformam a sua vida em uma grande teatralidade?

Perguntas como essas são fáceis de serem "criadas", mas como respondê-las? O universo da mídia é tão ilimitado que se torna imensurável e desta forma, torna-se imensurável seu impacto na sociedade. Quando penso em entrenimento, o espetáculo parece aceitável (claro, os que não envolvam tragédias e nestas, pessoas! O que na maioria das vezes os meios de comunicação fazem). Agora, encontrar espetáculo no jornalismo!!! Como estudante, que conhece o conceito do que realmente é jornalismo é inaceitável. Imparcial, coeso, direto dentre tantas outras características que possui, o jornalismo leva até a sociedade notícias e não as transformam em episódios de novelas diárias.

Os jornalistas terão que reaprender a fazer jornalismo, senão, onde vamos parar?