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terça-feira, 20 de outubro de 2009

A mulher do futuro

Que o futuro está a apenas um passo de nós, isso já sabemos. O minuto seguinte a este, já é um plano desconhecido. Mas quando há um estudo baseado em dados e números, pode revelar, com certa precisão, o que está por vir.

Uma pesquisa realizada pelo biólogo evolucionista da Universidade de Yale, Stephen Stearns, e seus colegas, revelou que as mulheres do futuro serão mais gordinhas, baixinhas e com mais tempo de fertilidade.

O estudou analisou a altura, peso, pressão arterial, colestrol de 2.238 mulheres que já haviam passado da menopausa assim como, observaram alterações sociais e culturais para avaliar questões sobre a força da seleção natural como fator moldador de características fisiológicas.

A análise foi a seguinte:
"Mulheres pequenas e mais gordas tendiam a ter mais crianças, em média, mais altos e mais magros. Mulheres cujos colesterol e pressão eram baixos também tinham mais filhos, e --não surpreendentemente-- tiveram seu primeiro na juventude e entraram na menopausa mais tarde. A surpresa foi que estas características foram passadas para suas filhas que, por sua vez, também tiveram mais crianças.
Caso a tendência persista por dez gerações, calcula Stearns, a mulher média em 2409 será 2 cm mais baixa e 1 kg mais pesada do que ela é atualmente. Ela dará a luz ao seu primeiro filho cinco meses mais cedo e entrará na menopausa dez meses mais tarde, em relação à média atual"

Mesmo que as avaliações de um padrão de beleza estejam cada vez mais estreitos, e se o futuro for realmente o que diz o estudo, muitos homens e muitas mulheres terão que se adaptar a mais este passo da evolução. Como não estarei aqui para presenciar tal fato, espero que as "gordinhas" da época façam sucesso por que hoje a concorrência é, não com as magras mas, com o que a mídia impõe como padrão.

O questionamento de diferenças físicas é facilmente encontrado na internet.
Um internauta responde desta forma:


"Manequim 34, pernas finas, quase anoréxica......não
Manequim 68, obesidade patológica, .......não
O que o homem procura numa mulher?
1. boa companheira....
2. partilha mesmos interesses....
3. boa de papo....
4. que faça você rir....
5. que esteja sempre presente em sua vida....
6. que enxugue suas lágrimas e ouça suas reclamações....
7. que ilumine seu dia....
8. que aconselhe e oriente....
9. que descubra seus pensamentos....
10.que faça amor como você gosta"


Outros respondem assim:
"Antigamente as pinturas de mulheres seminuas gordinhas era o Fashion. Agora os desfiles de moda pedem mulheres magérrimas, mesmo a custa de suas vidas e descendentes, porque elas deixam de ter filhos por serem anêmicas, semimortas, e até morrem aos vinte e cinco anos de idade, com ou sem aneroxia"


Vamos ver o que o futuro realmente reserva às mulheres!

domingo, 27 de setembro de 2009

O futuro das produções literárias

Muito tem se falado da influência tecnológica em nosso cotidiano. Dentro do jornalismo, então, há o temor da internet extinguir os veículos impressos devido à velocidade e a utilização dos recursos de multimídia utilizados neste meio. Com o advento destas novas tecnologias, tornou-se questionável também o futuro dos livros, uma vez que, gradativamente estão sendo substituídos pelos E-books e seus similares. No Japão, por exemplo, é normal encontrar pessoas lendo produções em seus celulares, situação que provavelmente será comum daqui uns anos.

No passado as publicações literárias eram caracterizadas em peles de cabras e demandava tempo até ficarem prontas para a leitura. Com a invenção da prensa por, Gutenberg em 1450, a difusão destas obras tornou-se mais ágil possibilitando que um título fosse facilmente reproduzido. Desta forma, nota-se que desde os primórdios da produção e transmissão de informações, há uma evolução que garante a transformação deste processo.

Os livros agregam três fatores que garantem ainda, sua sobrevivência no mercado: portabilidade, baixo custo e capacidade de ampla e rápida difusão. Porém, estes diferenciais já se enquadram no meio informatizado, uma vez que, o espaço digital agrega estas características, mais atualizadas e dinâmicas. Um exemplo desta amplitude está presente no projeto criado, em 2006, pela empresa Google de digitalizar livros da biblioteca pública de Nova York e de outros acervos importantes do mundo. Só em 2007, foram digitalizados, segundo a The Economist, cerca de 65 milhões de produções literárias.

Em relação aos e-books, principais concorrentes dos livros, armazenam vários títulos literários em apenas um local, e além disso, já possuem versões que disponibilizam o papel eletrônico, ou seja, é um aparelho em formato de livro do qual têm-se a possibilidade de “passar as páginas”. A principal desvantagem dos e-books em relação aos livros, e que atinge diretamente o autor da obra, é quanto a autoria, pois, pode haver, assim como na música, falsificação e o não pagamento destes direitos.

O mercado está em constante transformação devido às novas mídias. Especificamente para os livros, o futuro será encontrá-los em acervos digitais. Não acredito em seu fim, mesmo porque existem pessoas que não o trocam por uma tela digital, mas imagino que grande parte da população trocará suas prateleiras de inúmeros títulos, por um que, armazene todos e que, ainda possibilite ser lido em qualquer ambiente.

Assim como nossas avós não trocam as cartas escritas à mão pelo e-mail, há quem não trocará um livro por um e-book, mas, a próxima geração já estará inserida nesta realidade e não terão o que “trocar”, olharão para os livros impressos como olhamos hoje para a internet discada. Infelizmente ou felizmente é a realidade, evoluímos a cada momento e somos, de certa forma, obrigados a acompanhar estas mudanças.